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sábado, 23 de abril de 2011

O sacrifício

Que a vida é composta por sacrifícios, todo mundo já ouviu falar, certo? Mas quando nos deparamos com o momento de cumprí-los, parece que nunca estamos cem por cento preparados! Hoje foi assim: eu tinha definido a festa de hoje (Candy Party) como a noite para trazer as últimas respostas e confirmações sobre algo, que vinha me perturbando internamente, que eu suspeitava estar ocorrendo, e que de maneira nenhuma poderia deixar "cultivar" algo assim dentro de mim.

 Não demorou muito e ao estar diante dele, cara a cara, percebi que algo estava fora do normal, comparado com as outras pessoas. Um nervosismo, um aperto no coração, uma saudade. E a prova de fogo chegou: vê-lo com outro. Não me despedacei nem me descabelei, achei algo natural e uma consequência, sendo que eu tinha certeza que iria presenciar isso. Então por que fiz questão de ver? Pra ter a certeza concreta de que eu precisava acordar de um sonho que não era sonhável, que estava mais pra coma do que pra descanso.

Falei com ele e decidi: o fim chegou. Não resta mais amizade, não resta mais contato, não resta mais nada! Não o conheci como meu amigo, e não conseguirei manter uma amizade em meio a isso tudo. E para me preservar, decidi tirá-lo da minha vida, para sempre. E após ter falado muito rapidamente com ele, e inclusive me perguntar depois como consegui falar e de onde tirei forças pra isso, sei que o vazio permanece, mas agora com a certeza que faltava: o novo vai chegar e o passado ficará apenas nas lembranças.

Meu passado quis virar presente,
meu presente proibiu meu passado de chegar ao futuro.
André Almeida

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Uma nova paixão - "a bota"

Nada melhor do que uma tarde de compras pra levantar o astral! E pior: descobri uma nova paixão - COURO! Depois de rodar meio centro atrás de um calçado que me agradasse, vi "a bota"! Meus olhos até brilharam! Tive que comprar! Foi uma loucura, mas seria loucura maior se não a tivesse comprado! E como digo: melhor me arrepender de ter feito, do que de não ter feito. Mas não me arrependerei! Ela é linda! *-*

domingo, 10 de abril de 2011

Não preciso escrever

Call Me When You're Sober


Don't cry to me
If you loved me
You would be here with me
You want me
Come find me
Make up your mind


Should I let you fall, lose it all?
So maybe you can remember yourself
Can't keep believing, we're only deceiving
Ourselves and I'm sick of the lie
And you're too late


Don't cry to me
If you loved me
You would be here with me
You want me
Come find me
Make up your mind


Couldn't take the blame, sick with shame
Must be exhausting to lose you own game
Selfishly hated, no wonder you're jaded
You can't play the victim this time
And you're too late


So don't cry to me
If you loved me
You would be here with me
You want me
Come find me
Make up your mind


You never call me when you're sober
You only want it 'cause it's over, it's over
How could I have burned paradise?
How could I? You were never mine


So don't cry to me
If you loved me
You would be here with me
Don't lie to me
Just get your things
I've made up your mind

domingo, 20 de março de 2011

Fragilidade em demasia

Uma das coisas que não gosto muito em mim, são a minha enorme sensibilidade e uma capacidade que tenho para pressentir certas coisas que acontecerão. Por que? Sensibilidade demais nos torna frágeis, e propensos a tristezas ou recaídas. Pressentimentos podem gerar esperanças ou ocasionar o medo. Depende muito em relação a que eles se referem.

Ultimamente eu tenho me sentido estranho, ainda tentando não me sentir tão devastado. Mas confesso que quanto mais longe tento ficar, mais próximo da aniquilação total eu fico. Cada passo reto que tento dar, são dois tortos que consigo. As lágrimas secaram, a angústia permanece. A enorme tristeza se foi, o vazio continua. Não sei como agir, mas sei o que sentir. Queria respostas fáceis, mas só consigo perguntas difíceis. Queria fugir, mas sou encontrado. Quero um colo, mas só tenho o chão.
Grenade
Bruno Mars


Easy come, easy go
That's just how you live, oh
Take, take, take it all
But you never give

Should've known you was trouble
From the first kiss
Had your eyes wide open
Why were they open?

Gave you all I had
And you tossed it in the trash
You tossed it in the trash, you did

To give me all your love
Is all I ever asked 'cause
What you don't understand is

I'd catch a grenade for ya
Throw my hand on a blade for ya
I'd jump in front of a train for ya
You know I'd do anything for ya

Oh oh, I would go through all of this pain
Take a bullet straight through my brain
Yes, I would die for you, baby
But you won't do the same


No, no no

Black, black, black and blue
Beat me 'til I'm numb
Tell the devil I said "hey"
When you get back to where you're from

Mad woman, bad woman
That's just what you are
Yeah, you'll smile in my face
Then rip the brakes out my car

Gave you all I had
And you tossed it in the trash
You tossed it in the trash, yes you did!

To give me all your love
Is all I ever asked, 'cause
What you don't understand is

I'd catch a grenade for ya
Throw my hand on a blade for ya
I'd jump in front of a train for ya
You know I'd do anything for ya

Oh oh, I would go through all of this pain
Take a bullet straight through my brain
Yes, I would die for you, baby
But you won't do the same

If my body was on fire
Oh, you'd watch me burn down in flames
You said you loved me, you're a liar
'Cause you never, ever, ever did baby

But darling, I'd still catch a grenade for ya
Throw my hand on a blade for ya
I'd jump in front of a train for ya
You know I'd do anything for ya

Oh oh, I would go through all of this pain
Take a bullet straight through my brain
Yes, I would die for ya, baby
But you won't do the same

No, you won't do the same
You wouldn't do the same
Oh, you'd never do the same
Oh, no no no
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Ser forte não quer dizer que queiramos usar a força de nossa resistência.
André Almeida

quinta-feira, 10 de março de 2011

Quero voltar ao céu

Ano confuso, estranho e anormalmente variável. Quero caminhar, mas só sei correr. Quero parar, mas só sei fugir. Quero encarar, mas não consigo evitar de desviar o olhar. Estou me fragilizando, quando deveria estar ficando mais forte. Estou me silenciando, quando deveria estar fazendo todos ouvir minhas risadas por aí. Estou sendo esquecido, quando era pra estar sendo lembrado. 
Um passado, que está no presente, faz com que eu queria que meu futuro seja gélido e insensato. Que incoerência a minha, não é mesmo? O amanhã deve ser melhor que o hoje, mas eu já espero que seja apenas igual. Tantas coisas acontecem, que quando olho pra trás, acho qualquer novela ou filme algo tão parado e sem graça, que vejo que minha filma daria não só um, mas vários roteiros dramatúrgicos. 
Não sei ao certo o que acontecerá. Não sei ao certo como respirar. Só sei que quero voltar a voar, custe o que custar. Meu coração está sufocado com a angústia das visões que tenho tido, e da ausência que tenho sentido. Ausência de amigos, ausência de mim mesmo, ausência de tudo. Teria eu me tornado uma pedra? Não. Talvez eu esteja percebendo que meu telhado é de vidro e ele foi quebrado, e não sei como reconstruí-lo. Desaprendi muitas coisas, mas sei que no final irei tirar tudo como lição.Só resta saber quando, pois já está demorando demais.

Estou com os pés fincados ao chão,
quando eu queria estar apenas voltando a voar.
Cortaram minhas asas, 
o anjinho só quer chorar.
André Almeida